Qual o Objetivo da Profecia do Apocalipse? 2º Post

livro

Apocalipse 1:1 e 3

“1 – (…) para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer (…);

3 – Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.”

O sentimento, mais comum em nossa cultura, quando se fala do Apocalipse, é de medo e apreensão. Isto leva muitas pessoas a evitarem-no e se fecharem diante dele, entretanto, existem diversas passagens de encorajamento para compreendê-lo, e para colocar em prática suas lições.

A tradução da palavra Apocalipse é “tirar o véu” ou “revelação”; o significado teológico de revelação é “ato pelo qual Deus fez saber aos homens os seus mistérios, sua vontade”; também significa “ato ou efeito de revelar; revelação de um segredo”; O objetivo do Livro do Apocalipse, então, é comunicar.

A pergunta natural a se fazer em seguida é: – qual o objetivo de revelar o que está para acontecer? Em outras palavras, o que Deus busca despertar em nós com esta mensagem? As funções de uma profecia estão sintetizadas em Coríntios: – “Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação” (1 Co 14.3). O objetivo de uma profecia não é somente uma previsão de fatos, mas principalmente advertências, encorajamento, exaltação, caminhos a serem evitados e outros a serem tomados. Uma profecia não apresenta cada um desses objetivos de maneira exclusiva. Algumas são mais forte na edificação, outras mais acentuadas são as consolações e em outras mais as exortações. Caberá àqueles que a recebe ouvi-la e colocar em prática.

Atenção: Os assuntos desenvolvidos neste tema (O Livro da Revelação) são frutos de observação pessoal de um indivíduo. Não pode ser considerado, pois, como um sistema já consolidado dentro da doutrina espírita. Esta publicação tem como objetivo compartilhar e colocar em debate esta visão, como nos recomendou Alan Kardec, quando algo novo fosse desenvolvido.

Estes escritos precisam, então, passar pelo crivo da razão e da concordância universal, principalmente dos espíritos, para serem considerados como integrantes do corpo da doutrina espírita.

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